Reality Shows

É inegável, mesmo com todas as críticas, a força dos reality shows.

Passados mais de dez anos desde que esse fenômeno ganhou expressividade nos Estados Unidos e na Europa – por aqui começou a mostrar a que veio na virada do milênio – parece que está longe de perder o fôlego.

O programa Ídolos, versão nacional do American Idol, chegou ao sem fim com o trunfo de ser uma das “raras boas opções colocadas no ar”.

O programa Aprendiz, aposta em níveis de audiência 30% superiores aos da série anterior, que em 16 capítulos obteve média de 12 pontos, mais do que duplicando o ibope da emissora no horário da transmissão.

O programa Big Brother Brasil, com incontestável sucesso, é o maior ícone de movimento dos reality shows e para o próximo programa a emissora está preparando formas diferenciadas de merchandising e interatividade.

Quando foi lançado, o filme Show de Trumam, abordava um tema que talvez não se imaginava que fosse ficar tão escancarado na década seguinte: os reality shows e sua força como alternativa à linguagem da teledramaturgia tradicional.

Nos mercados onde surgiram, os reality shows estão bem mais desgastados do que aqui. Até quando vão durar, não se sabe. Talvez evoluam e continuem existindo de uma forma diferente.

Mas a verdade é que essas atrações conquistam índices de audiência antes atingidos apenas por novelas.